Sou uma mãe super carinhosa, mas que muitas vezes está estressada, cansada, com problemas. Já perdi a calma e a paciência com o meu pequeno. Já gritei e até dei uma pequena palmada. Então...bem culpada e arrependida consegui refletir e chegar a conclusão que esse não é o padrão de educação que quero exercer com meu filhote. Procurei alternativas e acho que finalmente encontrei um caminho sereno, inteligente: "A Educação Positiva".
Segundo o site Não Bata. Eduque. Estratégias de educação positiva são aquelas formas educativas que não utilizam a violência física e psicológica e que promovem o desenvolvimento físico, emocional e social dos filhos de forma saudável e participativa. Lá encontrei algumas dicas bacanas e específicas para pais e educadores.
Também estou lendo um manual chamado "Educação Positiva dos Seus Filhos" organizado por um grupo de psicólogas da Universidade Federal de São Carlos.
Vocês já conheciam essa metodologia?
Espero conseguir aplicar corretamente com o Victor e com o André. Minha maior alegria é viver em um lar harmônico. Quero, cada vez mais, buscar o equilíbrio emocional para ser REALMENTE a melhor mãe que posso ser para meus filhos!
Educar sem bater é divertido!
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| Imagem: http://www.naobataeduque.org.br/site/downloads/revista_media_resolucao.pdf |
* Permitir que as crianças aprendam a tomar pequenas decisões desde cedo estimula a autonomia. Elas se sentem valorizadas e crescem mais confiantes.
* As brincadeiras aproximam a família. Quando a criança percebe que tem a atenção dos pais, ouve o que eles têm a dizer.
* O diálogo entre pais e filhos é a alma de uma boa educação. Quando disser um "não", explique o porquê. Quando disser um "sim", oriente como fazer. Fale da sua vida para os filhos e estimule que eles façam o mesmo. Onde tem conversa tem menos confusão.
* Os filhos admiram e imitam o que os pais fazem. Com bons exemplos, você contribui para a educação das crianças e todo mundo vive melhor.

4 comentários:
Oi Aline! Muito legal essa metodologia, eu adoro!
Beijo
Otimo post Aline. Minha filha ainda nem nasceu, mas um dia desses eu já estava pesquisando sobre com o educa-la. Eu vi alguns livros que utilizavam algumas dessas metodoligias que você disse e achei bem interessantes.
Beijos!
Oi Aline! Obrigada pela visita e comentário lá no blog! Vamos juntas então rumo a uma nova história, né?
Guria, eu super concordo com o educar sem bater e aplicamos lá em casa desde o nascimento da Ísis. Como resultados eu percebo que ela não é nem mais nem menos arteira porque não apanha, nem mais nem menos desobediente e mantemos a harmonia e o respeito mútuos, como deve ser o relacionamento entre pais e filhos.
Quando ela era menor eu a afastava de algo que não gostaria que ela fizesse porque fosse perigoso ou inconveniente na hora, sempre explicando o motivo e ela sempre atendeu (logicamente sempre tive que repetir e repetir e repetir, mas faz parte) e eu nunca ameaço com palmadas ou coisas que não posso cumprir.
Hoje ela já tem 2 anos 3 meses, já tem um bom vocabulário e compreende bem as coisas, então eu sepre explico porque não pode, se ela insiste eu uso a lei de causa e consequência: está usando o briqnuedo de maneira indevida, fica sem ele, está estragando alguma coisa, fica sem ela e assim estamos indo muito bem, sem traumas ou estresse!
Beijos!
Nine
Que coincidência, a Nine que te falei ontem é essa aí em cima, hehehe. Legal, vejo que estão passando pela mesma experiência e podem trocar experiêcias. Bjs
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